Frigoríficos e abatedouros
Decomposição de proteína animal gera os compostos mais odorantes do planeta. O limiar de detecção de mercaptanas e TMA é extremamente baixo — qualquer traço é perceptível a quilômetros.
O Smart.Odor monitora emissões odorantes e materiais particulados no perímetro e nas fontes críticas da operação. Cruza gases, quatro frações de particulado (MP1, MP2,5, MP4 e MP10), meteorologia e histórico para antecipar conflitos, comprovar origem e responder ao órgão ambiental com evidência.
Dados online em pontos estratégicos
MP1, MP2,5, MP4 e MP10 no mesmo ponto
Vento, direção, temperatura e umidade
Histórico para defesa técnica e ESG
O Smart.Odor combina ponto de medição, meteorologia e validação em campo para operações com odor difuso: estações de tratamento, áreas de processo e indústrias de alimentos.

Instalação e validação de ponto de monitoramento em área operacional.

Leitura contínua próxima às fontes críticas para contextualizar odor e vento.

Monitoramento em áreas com processo, resíduos orgânicos e pressão de vizinhança.

Comissionamento, calibração e checagem do ponto antes da operação contínua.

Equipe e infraestrutura móvel para implantação e validação em campo.
Unidades de triagem, processamento e tratamento de resíduos industriais exigem pontos robustos, instalados perto da fonte e conectados à meteorologia para interpretar cada evento.

Monitoramento em ambiente de carga, movimentação e material orgânico ou industrial.

Ponto de medição fixado em estrutura de acesso e perímetro operacional.

Implantação de sensor em ponto elevado para leitura contínua da operação.

Instalação em área confinada com acesso controlado e procedimento de segurança.

Registro de condição crítica de particulados e dispersão interna.

Ponto discreto em estrutura metálica para leitura contínua.

Alinhamento de equipe de campo, operação e resposta a eventos.
A metodologia é universal — o que muda entre os setores é o perfil de gases dominantes e o limiar regulatório aplicável. A camada de materiais particulados ajuda a separar odor, poeira difusa e condição ambiental do entorno em cada evento.
Decomposição de proteína animal gera os compostos mais odorantes do planeta. O limiar de detecção de mercaptanas e TMA é extremamente baixo — qualquer traço é perceptível a quilômetros.
Tanques anaeróbicos, lagoas facultativas e biodigestores produzem H₂S em concentrações reclamáveis a poucos ppb. Lodo seco emite NH₃ por dias.
Emissões fugitivas escapam por trincas na cobertura, drenos e taludes. CH₄ e H₂S dominam o pico, com NH₃ e mercaptanas em fases específicas da decomposição.
Pátios de triagem, secagem e prensagem geram emissão difusa de COVs em alta concentração. Pilhas estocadas por dias liberam continuamente.
Unidades de triagem, transbordo, descontaminação e reciclagem têm perfis odorantes específicos por tipo de resíduo recebido.
Papel e celulose (compostos sulfurados), química (VOCs específicos), biogás (H₂S, mercaptanas), curtumes (NH₃, sulfetos), pet food, rendering.
Ferramentas desenhadas para transformar conflito de odor e poeira difusa em evidência: concentração, direção da pluma, rastreabilidade, alerta e relatório.
Integra a leitura de poeira em quatro frações (MP1, MP2,5, MP4 e MP10) ao mesmo contexto de vento, umidade, chuva e operação.
Histórico por data, hora, ponto de monitoramento e condição meteorológica no momento de uma reclamação.
Regras de alerta por pico de gás, tendência de crescimento e vento apontando para área sensível.
Razão entre concentração medida e limiar de detecção olfativa, com soma dos compostos odorantes.
Consolida picos de odor e particulados, frequência, contexto meteorológico e ações tomadas pela operação.
Em 4 passos, recomendamos a configuração de monitoramento ambiental para seu setor, perímetro e risco de vizinhança.
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